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Doar órgãos: um ato de amor ao próximo

Setembro é um mês utilizado em apoio a várias causas: Setembro Amarelo, de prevenção ao suicídio, Setembro Dourado, de prevenção ao câncer infantojuvenil e Setembro Verde, que marca a importância da doação de órgãos.
 
Especialmente hoje, dia 27 de setembro, é comemorado o Dia Nacional de Doação de Órgãos. O setembro verde visa conscientizar as pessoas sobre a importância de informar os familiares da intenção de ser um doador de órgãos.
 
De acordo com o nefrologista José Medina Pestana, integrante da Associação Brasileira de Transplante de Órgãos – ABTO – a principal justificativa das famílias para não doarem órgãos é o fato de nunca terem conversado sobre o desejo de doar, por isso é tão importante esse diálogo dentro da família.
 
Você sabia que a falta de conhecimento sobre irreversibilidade da morte encefálica é a principal causa de recusa de doação de órgãos? De acordo com a ABTO, de todas as mortes encefálicas e que, portanto, os órgãos que poderiam ser transferidos para pacientes que correm risco de morte, pouco mais da metade se transforma em doação.
 
Somente no Brasil existem mais de 32 mil pessoas entre adultos e crianças na fila de transplante de órgãos, dados informados pela Associação Brasileira de Transplante de Órgãos. Entre elas, 21.962 aguardam pela doação de um rim. E a segunda maior demanda é de transplante de córnea, com 8.574 pacientes na lista de espera.
 
Ainda segundo a ABTO, destes mais de 32 mil pacientes na lista de espera, 15.593 entraram no primeiro semestre de 2018 e 1.286 morreram neste período. No caso das pessoas que aguardam um rim, 5.493 passaram a esperar entre janeiro e junho deste ano e 728 não sobreviveram.
 
Existem dois tipos de doadores, o doador vivo: pode ser qualquer pessoa que concorda com a doação, desde que não prejudique a sua própria saúde. Que pode doar um dos rins, parte do fígado, parte da medula óssea ou parte do pulmão. O doador falecido: são pacientes com morte encefálica, geralmente vítimas de catástrofes cerebrais, como traumatismo craniano ou AVC (derrame cerebral). Os órgãos doados vão para pacientes que necessitam de um transplante e estão aguardando em lista única, definida pela Central de Transplantes da Secretaria de Saúde de cada estado e controlada pelo Sistema Nacional de Transplantes.
 
O transplante de órgãos pode ser uma nova chance de viver ou um recomeço para muitas pessoas que precisam de órgãos novos. Para ser doador basta conversar com sua família sobre o seu desejo e deixar claro que seus familiares devem autorizar a doação. Seja você também um doador de vidas!


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